Após invasão por ‘hackers’ facebook pede atenção aos usuários

Foi divulgado novos dados pelo Facebook  sobre a invasão de sua rede por hackers que foi revelada a 2 semanas atrás. O Facebook enviará mensagens personalizadas aos usuários atingidos pedindo para que monitorem sms, e-mails e chamadas suspeitas que possam receber, como anunciou o vice-presidente de produto, Guy Rosen, em uma entrevista coletiva por telefone a partir da sede da empresa em Menlo Park (Califórnia).

A informações roubadas pelos hackers podem ser usadas para passarem por amigos de possíveis novas vítimas. Os invasores tem dados sobre nome, sexo, estado civil, religião, data de aniversário, cidade atual, tipos de dispositivos usados para acessar o Facebook, trabalho, os últimos 10 locais de onde acessaram a rede social e suas 15 buscas mais recentes, de todas as contas que forma invadidas. Isso deixa a disposição todos os dados sendo uma ameaça para novos ataques por diversos meios como sms, email, ligação telefônica entre outros, por isso a importancia da atenção solicitada pela empresa.

A diretora executiva do FBI, Amy Hess, informou na última sexta-feira em uma cerimônia em Washington, que o roubo de dados pessoais é uma tendência cibercriminosa crescente: “Vemos uma ameaça combinada: Estados-nação que estão usando hackers que cometem crimes para fazer cumprir suas ordens e também atores de organizações criminosas cujo objetivo é a segurança nacional, especialmente através do roubo de informações pessoais identificáveis”, explicou Amy Hess.

O dados aparentemente  não tem informações que foram segunda a alta cúpula da empresa usados ou compartilhados na Internet: “Nós não vimos nenhuma evidência de que esses dados tenham sido utilizados”, disse Rosen.

A empresa também frisou bem que suas outras marcas –Instagram, WhatsApp e Messenger– não foram afetadas. E que  tem evidências de que os invasores não utilizaram os acessos permitidos pelo aplicativo para invadir aplicativos relacionado, como o Spotify e o Tinder.

Novos pedidos de desculpas pela perda de dados particulares de pessoas que os tinham confiado à empresa, mas também admitiu que é impossível que os dados sejam completamente seguros: “Sempre haverá problemas. Procuramos agir cada vez mais rápido”. explicou Rosen.

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